Pirâmides no Brasil Similares as Pirâmides do Egito. #Questione!

18 out

É uma historia complexa e controversa, porem cheia de indícios que  indica que existe uma conspiração para manter os achados ocultos.

PILOTO DA FAB AVISTOU PIRÂMIDES NA AMAZÔNIA








PILOTO DA FAB AVISTOU  PIRÂMIDES NA AMAZÔNIA
Vejam o depoimento do Coronel Holanda da FAB Durante  essa época, o senhor tomou conhecimento de algum tipo de descoberta relacionada  à Arqueologia ou alguma observação, feita por militares na Amazônia, ligada a  esse tipo de programa?
Hollanda — Sim, alguns colegas tiveram experiências do  gênero, principalmente um amigo meu, que relatou que estava sobrevoando a selva  e ficou surpreso ao ver uma formação piramidal coberta pela vegetação, no meio  do nada. Parece que ali tinha existido algum núcleo de uma civilização muito  antiga e que fora abandonada, tendo a selva tomado conta de tudo. Mas havia uma  formação piramidal nítida, com ângulos perfeitos no Amazonas. Só não posso  precisar exatamente onde. Mas, se não me engano, foi na região do Rio Jaguari.  Isso me foi relatado pelo coronel Valério. Entrevista histórica com o Coronel  Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima.
 A Operação Prato  consistiu-se na maior investigação ufológica já realizada por órgãos  governamentais no Brasil. Durante quase quatro meses a Força Aérea Brasileira  (FAB) através do I Comar, A operação foi comandada pelo então capitão (depois
reformado coronel) Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima que  conseguiu juntamente com sua equipe fotografar e filmar atividades alienígenas  em regiões distintas da selva paraense. Grande parte das ocorrências se deu em
locais bastante próximos às comunidades ribeirinhas. Hollanda colheu mais de  centena de relatos de pescadores, caboclos, mulheres e crianças dando conta das  estranhas ocorrências que, por sinal, até hoje se mostram inexplicáveis e ainda
assim, oficialmente ignoradas pelas nossas autoridades. Não menos misteriosa e  chocante foi a morte de Uyrangê Hollanda, que tornou-se motivo de acirradas  discussões entre pesquisadores e simpatizantes do assunto. Em 02 de outubro de
1997 Uyrangê Hollanda teria se enforcado no quarto de sua casa, situada num  condomínio em Iguaba, pequena cidade do litoral carioca. No momento do suicídio,  estavam em casa a sua filha e uma enteada.  O coronel que estava afastado da
FAB há sete anos e que há menos de dois meses de sua morte havia concedido uma  bombástica entrevista à Revista UFO.
o jornalista alemão Karl Brugger na sua  busca à cidade perdida dos “deuses”, Akhakor, nos confins da Selva Amazônica
Brasileira. Como sabemos Brugger foi misteriosamente assassinado na Cidade do  Rio de Janeiro por um misterioso e sutil “assaltante” que nada roubou e ainda se  utilizou de uma rajada de Pistol-Uzi, calibre 9mm (curiosamente uma arma de
fabricação israelense) quando justamente preparava aquela que seria a última  expedição, a qual finalmente iria penetrar na tal misteriosa cidade. E como  também sabemos, durante o período da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) Adolf
Hitler, o ditador nazista do Terceiro Reich, enviou expedições cientificas e  militares à nossa Amazônia justamente de modo a tentar encontrar as tais cidades  dos deuses (AKAHIM, AKHANIS e AKHAKOR) nas quais os “antigos deuses deixaram um
objeto que começava a cantar” – evidentemente artefatos alienígenas! Cerca de 2  mil alemães vieram nessas expedições secretas ao Brasil e nenhum deles jamais  retornou. Contudo, na época, Tatunka Nara se disse a Brugger filho de um soldado
alemão com mãe índia. Como de fato, trata-se de um “índio” bastante estranho e  surreal já que fala muito bem o Português, como também quase todos os idiomas  indígenas e fluentemente o… ALEMÃO! Não há dúvida que Tatunka conhece muito
bem as selvas da Amazônia, tanto que tem servido de guia a várias expedições,  algumas das quais, segundo denúncias, nunca mais retornaram. Curiosamente,  folheando um antigo e volumoso livro fartamente ilustrado em nosso poder,
intitulado JACQUES COSTEAU’S AMAZON JOURNEY, eis que o encontramos, ainda uma  vez, como tendo também servido de guia ao notável e saudoso explorador francês e  sua equipe. DESCONHECIDO  Por baixo desse manto verde e rugoso, porém, pouco  se sabe sobre a anatomia interna da região. A Cabeça do Cachorro fica no chamado  “vazio cartográfico”, uma área de 1,8 milhão de quilômetros quadrados de  floresta que nunca foi devidamente mapeada, formando um “arco de
desconhecimento” que se estende do extremo oeste do Acre até o extremo norte do  Amapá.
Na prática, isso significa que 35% da Amazônia brasileira (uma área  maior do que os sete Estados do Sul e do Sudeste) não possui informações básicas  de cartografia, como altimetria de relevo, profundidade de rios e variações de
cobertura vegetal – cruciais para o planejamento de defesa, desenvolvimento e   pesquisa da região.
 LEIAM A ENTREVISTA DO CORONEL DA FAB
Coronel da Força Aérea Brasileira  (FAB) rompe silêncio sobre UFOs  Um militar da reserva da FAB dá depoimento  exclusivo à Revista UFO sobre pesquisas ufológicas na Amazônia. Este texto foi  publicado em duas partes nas edições 54 e 55 da revista, e aqui é reapresentado  na íntegra  A. J. Gevaerd, editor e coordenador  Uyrangê Bolívar Soares  Nogueira de Hollanda Lima . Este é o nome do primeiro oficial de nossas forças  armadas a vir a público falar sobre as atividades de pesquisas ufológicas  desenvolvidas secretamente no Brasil. Com nome de guerra Hollanda, hoje coronel  reformado da Força Aérea Brasileira (FAB), 57 anos, foi ele quem comandou a  famosa e polêmica Operação Prato, realizada na Amazônia entre setembro e  dezembro de 1977. Foi ele quem estruturou, organizou e colheu os espantosos  resultados desse que foi o único projeto do gênero de que se têm notícias em  nosso país.
 O VATICANO  ESCONDE OS REGISTROS DA AMAZÔNIA
A luta de fronteira da província de Madre de  Dios acalmou aos poucos durante os anos de 1970 e 1971. As tribos índias
selvagens fugiram para as quase inacessíveis florestas perto da nascente do rio  Yaku. Aparentemente, Tatunca Nara desaparecera. O Peru fechou a fronteira com o  Brasil e iniciou a invasão sistemática da floresta virgem. De acordo com
testemunhas oculares, os índios do Peru partilharam da sorte dos seus irmãos  brasileiros: foram assassinados ou morreram de doenças características da  civilização branca.  Em 1972, Tatunca Nara voltou à civilização branca, e na
cidade brasileira de Rio Branco relacionou-se com o bispo católico Grotti.  Juntos pediram alimentos para os índios do rio Yaku nas igrejas da capital do  Acre. Desde que a província do Acre tinha sido considerada “livre de índios” nem
ao bispo foi concedido qualquer auxílio do Estado. Três meses mais tarde,  monsenhor Grotti morria na queda misteriosa de um avião.  Mas Tatunca Nara não  desistiu. Com o auxílio dos doze oficiais cuja vida salvara, entrou em contato
com serviço secreto brasileiro. Apelou também para o Serviço de Proteção aos  Índios do Brasil (a atual FUNAI) e contou a N., secretário da Embaixada da  Alemanha Ocidental em Brasília, a história dos dois mil soldados alemães que
desembarcaram no Brasil durante a Segunda Guerra Mundial e que ainda estavam  vivos em Akakor, a capital do seu povo. N. não acreditou na história e recusou o  acesso de Tatunca Nara à embaixada. A FUNAI só concordou em cooperar depois de
muitos pormenores da história de Tatunca Nara acerca das tribos índias da  Amazônia serem confirmados, durante o Verão de 1972. O Serviço organizou então  uma expedição para estabelecer contato com os misteriosos Ugha Mongulala e deu
instruções a Tatunca Nara para fazer os preparativos necessários. No entanto,  estes planos foram interrompidos devido à resistência das autoridades da  província do Acre. Devido a instruções pessoais do governador Wanderlei Dantas,  Tatunca Nara foi preso.
 ANTIGOS CRUZAMENTOS

Tudo nos induz a crer que, ao  tempo do descobrimento, havia aqui na América duas raças, uma –que é tronco –
vermelha, cuja existência remonta como disse, a muitos mil anos; outra cruzada  com raças brancas.
Um dos cruzamentos com o tronco branco deixou em si  documento mais autêntico do que se assenta a história, e esse documento são  milhares de raízes sânscritas que se encontram no Quíchua, segundo a comparação  feita pelo Sr. Fidel Lopez, de Buenos Aires, em sua recente obra- RAÇAS ARIANAS  NO PERU; idênticos vestígios se encontram em outras línguas, como o demonstra o  Padre Brasseur de Bourbong em sua Gramática da Língua Quiché e seus  dialetos.
“Lyell’s Prino. Of Geologi t.II PAG 479 Londres 1872” porem o  estabelecimento da humanidade na America, apesar de ser um fato comparativamente  recente, pode remontar até o período paleolítico da Europa Oriental
ESTE TEXTO FOI EXTRAIDO DO LIVRO “O SELVAGEM”
do General Couto de Magalhães TRIBOS BRANCAS DESCONHECIDAS NA AMAZÔNIA.
Na área inteira da América do  Sul, nós achamos lendas relativas para “deuses brancos” para esses que já se
referiram no primeiro capítulo, lendas que têm uma real fundação e baseado em  fatos históricos positivos. E é que a presença de homens de raça branca na  América previamente para a chegada dos espanhóis é documentado nas mesmas
crônicas dos conquistadores espanhóis em que eram sua “descoberta” com os  indivíduos e cidades inteiras de raça branca, e ainda é observável em regiões  “indígenas”, eu como por exemplo, na região peruana andino de Chachapoyas. Nesta
região montanhosa localizada nas fontes do Amazonas, na floresta americana  enorme, para mais de 2.000 metros de altitude no nível do mar, já libere dos  calores terríveis e mosquitos tropicais, em uma atmosfera fresca e verde, na
atualidade que ainda sabem um ao outro exista como “gringoitos”, as pessoas de  características européias, cabelo loiro que não vem de colonos europeus, mas  bastante sua presença na região previamente é documentada como para a conquista
espanhola. Os conquistadores espanhóis já fizeram menção nas crônicas deles para estes objetivos de Chachapoyas, e especialmente para a beleza das esposas deles.  Em uma de crônica um compromisso faz o nascimento de um menino para o qual o  chachapoyas consideraram como filho dos deuses.
 GENERAL DENUNCIOU  CONTRABANDO DE NIÓBIO DA AMAZÔNIA.

Ao relatar o depoimento de um general  brasileiro no Congresso Nacional, durante uma investigação a respeito de  atividades clandestinas e legais perpetradas por norte-americanos, em território  brasileiro: “…o general Riograndino Kruel afirmou, diante da comissão de  inquérito do Congresso, que “o volume de contrabando de materiais que contém  tório e urânio alcança a cifra astronômica de um milhão de toneladas”. Algum  tempo antes, em setembro de 1966, Kruel, chefe da Polícia Federal, denunciara a  “impertinente e sistemática interferência “de um cônsul dos Estados Unidos no  processo aberto contra quatro cidadãos norte-americanos acusados de contrabando  de minerais atômicos brasileiros. A seu juízo, se houvesse sido encontrado com  eles quarenta toneladas de material radiativo era suficiente para condená-los
Pouco depois, três dos contrabandistas fugiram misteriosamente do Brasil. O  contrabando não era um fenômeno novo, embora tivesse intensificado muito.

KILOMETROS DE SUBTERRANEOS MAIAS

O Coronel Percy Fawcett desapareceu, segundo  se acredita, lá pelas imediações da Serra do Roncador, Mato Grosso, onde até os  dias atuais os chamados Discos Voadores têm um notável ponto de atividades. Essa  serra, diga-se de passagem, tem este estranho nome pelo fato de as pedras  “roncarem” – existem algumas tribos de índios dotados de pele branca e também
portadores de feições não condizentes com os padrões tradicionais. Por outro  lado, essas regiões malditas, e portanto tabus, onde precisamente se situam tais  pirâmides e outros bizarros monumentos, já sabemos que os radares de penetração
subterrânea descobriram uma vasta rede de profundos túneis e galerias que  atingem cerca de 800 quilômetros de extensão! Por todo o planeta acham-se  espalhados os enigmáticos vestígios de uma adiantada cultura que foi transmitida  às perdidas civilizações, não se sabe exatamente por quem. hoje supostamente atribuídas aos Maias, Aztecas, Toltecas e muitas outras raças -. Contudo, tal  hipótese carece de consistência, uma vez que os Maias simplesmente desapareceram  da face da Terra, jamais tendo sido encontrados quaisquer vestígios da sua  avançada cultura. Na verdade, e conforme já está sendo provado, TODO o  Continente da América do Sul, como também a América Central, são percorridos por  essas galerias numa extensão incalculável e assombrosa. Essa gigantesco  trabalho, obviamente fruto de uma civilização muito mais antiga e desconhecida,
necessitou sem dúvida alguma de uma tecnologia extraordinária e talvez ainda  hoje não disponível! Relembremos que somente sob o complexo de Tikal – atribuído  aos Maias e situado na Guatemala – são comprovadamente 800 quilômetros de uma  fantástica rede subterrânea que por sinal atravessa o país de um extremo ao  outro!

UMA ELITE DA SS NAZISTA ESTAVA NA AMAZÔNIA
De fato, pesquisando  antigos arquivos da Alemanha nazista, Brugger descobriu documentos secretos e  também um certo filme muito especial, no qual era revelado que em 1945 Hitler  despachara um submarino equipado com aviões anfíbios e levando soldados de elite  da SS, precisamente na direção do território brasileiro! E também mais tarde foi  apurado que várias equipes nazistas remanescentes (não se sabe vindas de onde)  lá chegaram após o final da guerra e até mesmo vários anos depois, em 1965! Na  foto, vemos um “frame” daquele filme, mostrando o hasteamento de uma bandeira  nazista em pleno coração da Floresta Amazônica! Aliás, aquele filme inclusive  mostrava todas as fases da montagem de uma base nazista supersecreta naquela  região!

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