#Eike, Petróleo em Abrolhos, não!

3 fev

A recém-anunciada aliança entre a empresa de energia alemã E.ON e a brasileira MPX – um dos tantos empreendimentos do empresário Eike Batista – será forjada à energia suja.

Essa parceria tornará a MPX a maior empresa privada de energia do país e lhe possibilitará produzir 20 mil megawatts – 20% do que é gerado hoje em território nacional. Segundo o jornal, 11 mil megawatts de projetos existentes, que farão parte dessa joint-venture, têm a queima do carvão como base.

Combustíveis fósseis e não-renováveis como o petróleo e o carvão são considerados os grandes vilões do clima, já que sua utilização despeja milhões de toneladas de CO2 na atmosfera a cada ano.

Negócios como esse colocam em xeque o discurso de sustentabilidade das empresas de Eike Batista e provocam temor de ambientalistas no Brasil. O país possui um grande potencial para desenvolver a geração de energia a partir dos ventos, dos raios solares, biomassa e resíduos sólidos.

Abrolhos, localizado no litoral baiano, é tão relevante, inclusive para a economia pesqueira do Nordeste, que foi lá que o país criou o seu primeiro parque nacional marinho. Isso aconteceu em 1983. De lá pra cá, tantas outras coisas aconteceram em Abrolhos, mas nada tão perigoso quanto o que está para acontecer: Abrolhos está muito perto de virar uma zona de exploração de petróleo.

Em agosto de 2011, ativistas do Greenpeace realizaram um protesto pacífico contra a decisão de Eike Batista de explorar petróleo nas proximidades do banco dos Abrolhos, região que concentra uma rica biodiversidade marinha, localizada na Bahia.

Em seu site, a MPX publicou que apoia voluntariamente iniciativas em prol da conservação da biodiversidade e do crescimento autossustentável das regiões que atua, e ainda que incorpora os tres pilares da sustentabilidade, criando empreendimentos economicamente viáveis, ambientalmente saudáveis, e socialmente justos.

Greenpeace disponibiliza em seu site uma petição que visa impedir que possíveis catástrofes aconteçam à região comprometendo assim, toda a biodiversidade que a região abrange.

Fonte: 

http://www.greenpeace.org./brasil/pt/Blog/o-x-do-carvo/blog/38618/

http://www.greenpeace.org./brasil/pt/Participe/Ciberativista/Deixe-as-baleias-namorarem/

http://www.mpx.com.br/pt/sustentabilidade/diretrizes-corporativas/Paginas/default.aspx

http://www.mpx.com.br/pt/sustentabilidade/atuacao-ambiental/Paginas/default.aspx

Pesquisado por Bruno Silva Santos – Voluntário Online.

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