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FEMA ainda continua com o transporte de muitos caixões, como é visto no video gravado recentemente. (notem o simbolo ao lado do caminhão, o esquadro e o compasso..pois é).

1 nov

Mudança climática vai colaborar para o aumento no nº de refugiados no mundo

1 jun

O mundo vive uma explosão de refugiados e coloca o sistema criado pela ONU há mais de meio século em seu limite. Hoje, o Alto Comissariado da ONU para Refugiados (Acnur) publica seu levantamento sobre a situação internacional, num documento que é revelado apenas a cada sete anos. Mas ao contrário do que países ricos tentam argumentar, a constatação das Nações Unidas é de que a grande maioria de refugiados não vai aos países europeus ou Estados Unidos, mas acaba em outro país pobre.

O cenário traçado pela instituição é dos mais alarmantes: não apenas a tendência de um fluxo de refugiados será mantida, como o número de deslocados tende a aumentar exponencialmente na próxima década. ‘Nos próximos dez anos, veremos cada vez mais refugiados ou deslocados’, alerta o documento.

Para chegar a esta conclusão, o Acnur fez um levantamento de cada uma das principais rotas de refugiados e a motivação por trás da decisão de milhares de famílias de abandonar suas casas e países. O estudo não inclui nem os milhares de refugiados da Primavera Árabe e também deixa de fora as últimas crises na África.

No total, 34 milhões de pessoas abandonaram suas casas ou seus países e estão em uma situação delicada hoje. Quase 27 milhões deles estariam ainda vivendo dentro de seus próprios países. Mas em regiões distantes de suas casas. Existem ainda 3 milhões de apátridas 840 mil pessoas que tem sua situação ainda sendo avaliada.

Metade dessas pessoas está hoje na Ásia. Mas ainda existe 10 milhões na África, 4 milhões na América Latina e 3 milhões na Europa. O maior contingente de refugiados é de afegãos, com 29% do total mundial. Os iraquianos vem em segundo lugar, com 16%, seguido pela Somália com 7%.

Em termos de deslocados internos, os colombianos lideram a lista, com 25%. São seguidos pela República Democrática do Congo (12%), Sudão (11%), Somália (10%) e Iraque (9%).

Se os conflitos são ainda a principal causa do fluxo de refugiados, as mudanças climáticas, explosão populacional, falta de água e alimentos, além da concorrência por recursos tem também se somado aos fatores que tem expulsado milhões de suas terras de origem.

O que preocupa a ONU, porém, é que a taxa de geração de refugiados é bem superior à capacidade da organização em dar uma resposta à crise. O resultado é um sistema de proteção saturado. ‘A atual tendência de deslocamentos forçados está colocando à prova o sistema internacional humanitário em um nível sem precedentes’, indicou.

Mas se a crise é mundial, quem paga o preço por receber esses refugiados não são os países ricos, como muitos governos tentam passar a ideia. O país que mais recebeu refugiados foi a Jordânia, com 72 refugiados para cada mil habitantes. Na Síria, são 49 por cada mil, seguida pelo Congo e Chade.

Em números absolutos, quem mais recebe pedidos de asilo é a África do Sul. Em 2010, recebeu 180 mil pedidos, mais de três vezes o número registrado nos Estados Unidos, de 54 mil. Na França, foram 48,1 mil contra 41 mil na Alemanha. 31 mil pedidos de asilo foram feitos à Suécia, mesmo número feito por colombianos em 2010 no Equador. Na Malásia, por exemplo, o número é superior ao de países ricos como Canadá, Reino Unido ou Bélgica.

Por Jamil Chade, Correspondente, GENEBRA, estadao.com.br, Atualizado: 31/5/2012 13:05

#Eike, Petróleo em Abrolhos, não!

3 fev

A recém-anunciada aliança entre a empresa de energia alemã E.ON e a brasileira MPX – um dos tantos empreendimentos do empresário Eike Batista – será forjada à energia suja.

Essa parceria tornará a MPX a maior empresa privada de energia do país e lhe possibilitará produzir 20 mil megawatts – 20% do que é gerado hoje em território nacional. Segundo o jornal, 11 mil megawatts de projetos existentes, que farão parte dessa joint-venture, têm a queima do carvão como base.

Combustíveis fósseis e não-renováveis como o petróleo e o carvão são considerados os grandes vilões do clima, já que sua utilização despeja milhões de toneladas de CO2 na atmosfera a cada ano.

Negócios como esse colocam em xeque o discurso de sustentabilidade das empresas de Eike Batista e provocam temor de ambientalistas no Brasil. O país possui um grande potencial para desenvolver a geração de energia a partir dos ventos, dos raios solares, biomassa e resíduos sólidos.

Abrolhos, localizado no litoral baiano, é tão relevante, inclusive para a economia pesqueira do Nordeste, que foi lá que o país criou o seu primeiro parque nacional marinho. Isso aconteceu em 1983. De lá pra cá, tantas outras coisas aconteceram em Abrolhos, mas nada tão perigoso quanto o que está para acontecer: Abrolhos está muito perto de virar uma zona de exploração de petróleo.

Em agosto de 2011, ativistas do Greenpeace realizaram um protesto pacífico contra a decisão de Eike Batista de explorar petróleo nas proximidades do banco dos Abrolhos, região que concentra uma rica biodiversidade marinha, localizada na Bahia.

Em seu site, a MPX publicou que apoia voluntariamente iniciativas em prol da conservação da biodiversidade e do crescimento autossustentável das regiões que atua, e ainda que incorpora os tres pilares da sustentabilidade, criando empreendimentos economicamente viáveis, ambientalmente saudáveis, e socialmente justos.

Greenpeace disponibiliza em seu site uma petição que visa impedir que possíveis catástrofes aconteçam à região comprometendo assim, toda a biodiversidade que a região abrange.

Fonte: 

http://www.greenpeace.org./brasil/pt/Blog/o-x-do-carvo/blog/38618/

http://www.greenpeace.org./brasil/pt/Participe/Ciberativista/Deixe-as-baleias-namorarem/

http://www.mpx.com.br/pt/sustentabilidade/diretrizes-corporativas/Paginas/default.aspx

http://www.mpx.com.br/pt/sustentabilidade/atuacao-ambiental/Paginas/default.aspx

Pesquisado por Bruno Silva Santos – Voluntário Online.

Radiação de tempestade solar se aproxima da Terra.

24 jan

Tempestade solar, a maior desde 2005, pode interferir em satélites, redes elétricas e sistemas de navegação como o GPS.

Foto: AP Photo/NASA

Imagem cedida pela Nasa mostra a erupção solar ocorrida no domingo

Cientistas afirmaram nesta segunda-feira (23) que a maior tempestade solar desde 2005 enviará radiações à Terra até a próxima quarta-feira.

A Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos indicou que seu Centro de Previsões de Clima Espacial, no Colorado, observou a erupção solar no domingo às 14h (de Brasília). A radiação começou a chegar à Terra uma hora mais tarde e continuará até quarta-feira.

O campo magnético da Terra já está afetado por uma ejeção de massa da coroa solar, após uma erupção ocorrida na superfície do Sol na quinta-feira, 19 de janeiro, segundo os astrônomos.

A agência governamental afirmou que a tempestade ganha força e uma onda de radiação se dirige rapidamente à Terra.

“Devido a este fenômeno é quase certo que haverá uma tempestade geomagnética”, ressaltou um comunicado da NOAA. “A labareda solar associada alcançou sua máxima altura no dia 23 de janeiro”, acrescentou.

Um modelo informático feito pelo Centro de Previsões aponta que esta onda da tempestade terá seu maior efeito no campo magnético da Terra nesta terça-feira.

O problema principal desta radiação é a interferência com o funcionamento dos satélites e é um inconveniente em particular para os astronautas no espaço.

2012 – Inversão Polar.

6 jan

https://i2.wp.com/caminhantes2.com/images/eixodaterra.jpg

Quando o cometa gigante se posicionar exatamente entre a Terra e o Sol, as coisas mudam. A Terra, terá nessa altura o seu maior desafio, com o seu prévio alinhamento – o alinhamento magnético do Sol – negado. A Terra apenas ouve, por assim dizer, a voz magnética do cometa gigante, que se posiciona entre a Terra e o seu anterior patrão magnético, o Sol. Os humanos sabem que a terra é mais pesada no centro. Alguns rumores falam que, o centro é composto basicamente por Ferro. Isto não é totalmente falso, mas passando à frente da sua composição, o centro da Terra é de fato mais sensível ao alinhamento magnético, do que a sua crosta. O centro aperta a crosta, e não é tão liquido quanto se possa pensar. Existe fricção, e a tendência para que o todo se mova como um, apesar dos diferentes alinhamentos magnéticos.

A Inversão Polar, é de fato um movimento do interior do núcleo da Terra, e do alinhamento dele, com o cometa gigante. O 12º Planeta, devido ao seu enorme tamanho, em comparação com a Terra, domina a cena magnética, e é neste sentido que a gravidade entra na equação da Inversão Polar. A Terra resiste alinhar com o cometa gigante, ficando apanhada numa teia de pulsos magnéticos dos seus vizinhos imediatos. Noutras palavras, a crosta da Terra deseja permanecer com o velho e estável pulso magnético, enquanto o centro da Terra, tendo uma menor ligação com a vizinhança, é mais receptivo à nova voz. Há uma grande tensão entre a crosta e o centro da Terra. Esta tensão alivia, quando o centro da terra romper a crosta, e se mover. No entanto, o centro arrasta a crosta consigo no seu novo alinhamento.

A Inversão Polar é por isso súbita, ocorrendo durante, o que parecerão minutos aos humanos envolvidos no drama, mas na verdade durará uma boa parte de uma hora. Há etapas durante as quais, os espectadores humanos em choque serão numerosos. No ínicio, haverá uma vibração e umas sacudidelas, enquanto a crosta se separa do centro, em vários sítios. Depois vem o deslizamento, enquanto a crosta é arrastada pelo centro, durante minutos, para uma nova localização. Durante o deslize, formam-se ondas gigantes, mais nas linhas costeiras da Terra, pois a água não está ligada à crosta ou ao centro, movendo-se livremente. A água tende a permanecer onde já está, e a crosta é que se move por baixo dela. Quando o centro se encontrar alinhado, ele chocalha a fim de assentar, mas a crosta, mais sólida e em movimento, continua, até se ver obrigada a parar. É assim que as zonas sísmicas, e terremotos em massa ocorrem, tal como os choques entre dois carros, os maiores estragos são feitos no ponto de impacto, quando eles são forçados igualmente a parar.

As placas da crosta da Terra, cedem nos pontos fracos, e o Oceano Pacífico irá encurtar, enquanto o Atlântico alargará. As placas subduzidas irão subduzir muito. Os sismos ocorrerão de repente, primeiro, aumentando em áreas, já de si sísmicas. Esta etapa durará quase uma hora, mas em alguns sítios, apenas alguns minutos. As plantas sobrevivem, uma vez que são arrancadas pela raiz, e as suas sementes estarão por toda a parte. Os animais e o homem, sobrevivem porque deslizam, juntamente com as placas em movimento, sentindo um choque não menos severo, quando as placas pararem, do que sentiriam num terremoto de 9.0 na escala de Richter. Nas zonas sísmicas, e quando as placas pararem o movimento, não será como quando um carro bate numa parede de tijolo – um esticão súbito. Tudo estará em movimento, e a paragem será mais do tipo dum carro a colidir numa série de barris de plástico cheios de areia – vários pequenos esticões que ocorrem rápida e sucessivamente.

Por esta altura, estimamos que o cometa gigante esteja a 14 milhões de milhas, da Terra. A força do seu campo magnético àquela distância, será tanta, que o Pólo Norte do cometa, cujo ângulo terá sensivelmente a mesma direção que o Pólo Norte da Terra, força este ultimo a libertar a pressão, e a acomodar o seu irmão maior, rodopiando para Sul, para a convexidade do Brasil. Este alinhamento não mudará, se a distância entre os planetas irmãos mudar.

Por: Zeta Talk

Vazamento na Bacia de Campos pode ser 10 vezes pior que o divulgado

18 nov

ONG especializada em interpretação de imagens de satélite estima que derramamento seja de 594 mil litros por dia

iG São Paulo

Imagem tirada em 14 de novembro pelo satélite MODIS/Aqua mostra a mancha de óleo na Bacia de Campos

De acordo com a ONG SkyTruth, especializada em interpretação de fotos de satélites com fins ambientais, o problema no campo Frade, na bacia de Campos, pode ser dez vezes pior do que o divulgado pela Chevron. A análise das imagens do satélite Modis/Aqua, da Nasa, tiradas no dia 12 de novembro, mostram que a mancha de óleo aparentemente vinda do poço Frade se estende por 2.379 quilômetros quadrados. A Chevron anunciou na terça-feira (15) que tomou a precaução de fechar o poço na superfície, como medida de segurança, e atualmente está no processo de vedar e abandonar o poço.

“Assumindo que o vazamento começou no dia 8 de novembro, nós estimamos que a taxa de vazamento seja de 3.738 barris por dia (594.294 litros). O que é dez vezes mais que o estimado pela Chevron (330 barris por dia, ou 52.465 litros)”, informou a ONG em seu blog. A SkyTruth foi um dos primeiros a anunciar a dimensão do vazamento do Golfo do México em 2010.

A partir de imagens de satélite, que mostravam a área da mancha de óleo na Bacia de Campos – 2.379 quilômetros quadrados – foi possível estimar o volume de óleo. O estudo usou a menor espessura possível de óleo, um mícron. A partir deste cálculo, a SkyTruth concluir que o poço no Campo Frade já derramou cerca de 15 mil barris de óleo (2.384.809 litros) no mar.

Dispersão do óleo gera aumenta área da mancha
A assessoria de imprensa da Chevron afirmou ao iG que estimativa para o volume total do vazamento é de 400 a 650 barris. A Chevron Brasil anunciou nesta terça-feira (15) a redução do vazamento de óleo no Campo Frade garantiu que o poço de petróleo danificado será selado e abandonado com a aprovação da Agência Nacional de Petróleo (ANP). A empresa ressaltou, em nota, que 17 navios participam da contenção e recolhimento do petróleo derramado.

 

Foto: Divulgação Ampliar

Navios de apoio usando barreiras para recolhimento do óleo na Bacia de Campos

Em comunicado, a ANP informou que a cimentação teve início nesta quarta-feira (16) às 12h30. Foi colocado um tampão de cimento cujo tempo de secagem é estimado em 20 horas. De acordo com a ANP, as imagens do ROV (veículo de operação remota), cedidas pela Chevron, indicam redução do vazamento em relação à sexta-feira (11), quando era estimado pela concessionária em 220 a 330 barris por dia.

Em nota, a ANP afirmou que a mancha de óleo está se dispersando e se afastando do litoral brasileiro. “Essa dispersão gera um aumento da superfície de mancha, com menor densidade de óleo. Essa diluição é resultado do trabalho de dispersão mecânica realizada por navios que se encontram no local e por condições climáticas”.

Satélite alemão vai cair na Terra este final de semana.

19 out
Agência espacial alemã afirma que fragmentos de satélite desativado podem cair   na Terra entre sexta e segunda-feira

iG São Paulo | 19/10/2011

Foto: AP

Concepção artística do ROSAT: reentrada na atmosfera sa 28 mil km/h

Pedaços de um satélite desativado podem se chocar com a Terra a partir de sexta-feira, de acordo com informações do Centro Aeroespacial Alemão.

Cientistas não pode se comunicar com o satélite alemão ROSAT que orbita a Terra a cada 90 minutos e especialistas não estão certos onde exatamente os pedaços do satélite possam cair.

Partes do satélite, que é do tamanho de uma minivan,  se queimarão durante a reentrada, porém mais de 30 fragmentos pesando no total 1,87 tonelada podem se chocar com a Terra entre sexta e segunda-feira, disse o porta-voz do Centro, Andreas Schuetz.

“Todas as regiões entre as latitudes 53 Norte e 53 Sul podem ser afetados”, disse Schuetz. A área inclui a maioria dos países, inclusive o  Brasil.

O satélite científico de 2,69 toneladas foi lançado em 1990 e  desativado em 1999 após ser usado na pesquisa de buracos negros e estrelas de  nêutron, além de fazer uma vistoria por todo o céu com fontes de raio-x e  imagens de telescópio. O maior fragmento do ROSAT que pode se chocar com a Terra  é o espelho de resistência ao calor do telescópio.

O satélite vai fazer  a reentrada na atmosfera a uma velocidade de 28 mil km/h. Como ele estará
próximo da Terra em poucos dias, cientistas poderão estimar com maior precisão  quando ele vai cair com 10 horas de antecedência.

Um satélite desativado da Nasa caiu no Oceano Pacífico no  mês passado sem causar estragos, embora tenha provocado apreensão de que  pudesse cair em uma área populosa e causasse danos e morrtes. De acordo coma  agência espacial americana, a probabilidade que os fragmentos coloquem em risco  a vida de civis era “extremamente pequena”, cerca de 1 em 3.200.

A Agência Espacial Alemã estima que a possibilidade de o satélite cair sobre  alguém em algum lugar da Terra seja de 1 em 2 mil – um risco um pouco maior que  o estimado para o satélite da NASA.

(Com informações da AP)

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